Descrição
Hiltgunt Zassenhaus era uma jovem tradutora e estudante de medicina em Hamburgo quando a guerra começou. Nomeada intérprete oficial para os prisioneiros escandinavos detidos pelo regime nazi, encontrou nessa função uma forma de resistência silenciosa: transportava mensagens, entregava alimentos proibidos e protegia dezenas de presos da morte certa. Publicado com novo prefácio de Katherine Paterson, este testemunho sobreviveu ao tempo como exemplo raro de coragem individual numa época de cumplicidade colectiva. Uma narrativa comovente e necessária sobre a consciência moral em tempos de terror.



