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Quem era a “Alma minha gentil” e a “Dinamente” de Camões

Luiz da Cunha Gonçalves

Local de edição: Lisboa

Ano: 1951

Indisponível

Ensaio de Luiz da Cunha Gonçalves dedicado à identificação das musas camonianas, procurando desvendar as identidades históricas por detrás das figuras de Natércia e Dinamene, tão celebradas na lírica de Camões. Edição de Lisboa, 1951.

    Esgotado

    Descrição

    Luiz da Cunha Gonçalves, jurista e ensaísta de vasta cultura, volta aqui a sua atenção para uma das questões mais debatidas da camoniana: quem foram, afinal, as mulheres reais que inspiraram os versos do maior poeta da língua portuguesa? Partindo da famosa redondilha ‘Alma minha gentil, que te partiste’ e da figura de Dinamene, a escrava malaia que a tradição associa ao naufrágio do Bojador, o autor conduz uma investigação de carácter histórico e literário, cruzando fontes documentais com a análise dos textos poéticos. A questão das musas de Camões — Catarina de Ataíde (a Natércia), Dinamene e outras figuras femininas que atravessam a sua obra — tem suscitado ao longo dos séculos interpretações divergentes e acesas polémicas entre camonistas. Este ensaio insere-se numa tradição de estudos biográfico-literários que procura restituir carne e nome às sombras que habitam a poesia camoniana. Edição de Lisboa, 1951, de editor não identificado na obra.

    Informação adicional

    Autor

    Local de Edição

    Lisboa

    Ano

    1951

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