Descrição
Maria Velho da Costa (Lisboa, 1938 — Lisboa, 2020), romancista e ensaísta. 166 pp.; 20 cm. Obra que reflecte sobre a condição do trabalhador emigrante português — a sua identidade fragmentada entre dois mundos, as condições de trabalho degradantes, a saudade e as formas de sofrimento psicológico associadas à emigração. Uma reflexão que cruza a sociologia, a psicologia e a literatura.



