Descrição
306 pp.; 22 cm.
Editora: Relógio d' Água
Local de edição: Lisboa
Ano: 2000
12,00 €
Onde vais, drama-poesia? “_____ eu nasci em 1931, no decurso da leitura silenciosa de um poema. Só havia tecidos espalhados pelo chão da casa, as crenças ingénuas de minha mãe. Estavam igualmente presentes as páginas que os leitores haveriam de tocar (como a uma pauta de música), apenas com o instrumento da sua voz. Eu fui profundamente desejada. Profundamente mal desejada e com amor.
— A voz está sozinha — disse minha mãe, ainda eu estava no seu ventre, a ler-me poesia.
– Não por muito tempo – responderam àquela que me iniciava na língua. E eu nasci na sequência de um ritmo.
Eu nasci para acompanhar a voz, fazê-la percorrer um caminho. De um lado a outro do percurso, não sei o que existe, o caminho caminha,
eu deslumbro-me quando o tempo se suspende, e me permite parar a contemplar o espaço sem tempo.”
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306 pp.; 22 cm.
| Autor | |
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| Editora | Relógio d' Água |
| Local de Edição | Lisboa |
| Ano | 2000 |
| Envio | Acresce o valor do transporte pelos CTT (de acordo com as tabelas em vigor para o correio registado ou não registado). |
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