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In memoriam

Afonso Lopes Vieira

Editora: Sá da Costa

Local de edição: Lisboa

Ano: 1947

Indisponível

    Esgotado

    Descrição

    Encadernação de luxo assinada por Alaiz.

    Edição evocativa da memória do poeta; 600 exemplares. Raro

    Afonso Lopes Vieira

    Afonso Lopes Vieira nasceu em Leiria a 26 de Janeiro de 1878 e faleceu em Lisboa a 25 de Janeiro de 1946. Era filho de Afonso Xavier Lopes Vieira e de Mariana Xavier Lopes Vieira, sobrinho-neto do poeta, prosador e jornalista António Xavier Rodrigues Cordeiro.

    Na aldeia de Cortes – Leiria, na livraria em casa do seu tio-avô, privou com os clássicos aí existentes. Aliás a sua vida foi vivida entre o seu solar em Lisboa e a casa de Verão de São Pedro e completada com algumas viagens por Espanha, França, Itália, Bélgica, norte de África e Brasil.

    Ainda que, nas palavras do poeta, fosse ” o mesmo aluno medíocre que já for ano curso dos liceus” formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra em 1900. Declinou o cargo de subdelegado régio e tentou a carreira de advogado sob a alçada do pai até 1906, ano em que aceitou o cargo de redactor na Câmara dos Deputados que exerceu até 1916.

    Quanto à sua dedicação à literatura portuguesa é em 1897 com o livro “Para Quê?” que marca a sua estreia. No entanto, só em 1916 se dedica em exclusivo a esta actividade que se prolonga até 1947, data em que publica o seu ultimo livro:“Branca Flor e Frei Malandro”. Pelo meio, “perdidos” entre publicações em jornais, artigos,cartas e entrevistas, ficaram ainda mais de uma dúzia de obras literárias, canções, fotografias e de um filme: “O Afilhado de Santo António” de 1928.

    Foi um acérrimo defensor do património cultural Português, o que lhe valeu o reconhecimento de alguns (regime politico) e a critica de outros (Fernando Pessoa). No entanto e com o texto “Éclogas de Agora” publicado em 1935 demarca-se da ideologia Salazarista.

    Afonso Lopes Vieira foi um ecléctico homem de cultura. É considerado um ilustre poeta, um dos primeiros representantes do Neogarretismo, ligado à corrente conhecida como Renascença Portuguesa. Atributos estes que o tornaram digno do titulo de “Grão-Mestre de Portugalidade”.

    Entre algumas homenagens que foram feitas ao autor dado o seu relevo na cultura Portuguesa podemos salientar a Biblioteca Municipal e uma das escolas secundárias em Leiria com o seu nome e o museu criado na sua casa de São Pedro de Moel e reconhecendo também a forte ligação do poeta com a música, o grupo coral CantábiLis (Grupo Coral da CGD Leiria) realiza anualmente o Festival Internacional Afonso Lopes Vieira.

    Informação adicional

    Autor

    Editora

    Sá da Costa

    Local de Edição

    Lisboa

    Ano

    1947

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