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Claro e escuro Revista de estudos Barrocos

Ana Hatherly

Local de edição: Lisboa

Ano: 1988-1991

Indisponível

    Esgotado

    Descrição

    CLARO E ESCURO. REVISTA DE ESTUDOS BARROCOS, LISBOA, QUIMERA 1988

    N.o 1  1988

    HATHERLY, Ana, “Estratégia da convicção na temática dos sentidos”, pp. 7- 16

    PEREIRA, José Fernandes, “Retórica da fé – simbolismo e decoração no escadório dos cinco sentidos”, pp. 17-32

    PIRES, Maria Lucília Gonçalves, “Reflexões acerca da poética barroca”, pp. 39-46

    FILHO, Leodegário A. de Azevedo, “Sobre as origens barrocas da literatura brasileira”, pp. 47-54

    MARQUES, Maria Theresa Abelha Alves, “As margens do texto na arte de furtar”, pp. 55-62

    BELO, Filomena; ROCHA, Manuela, “Anatomia do primeiro periódico português”, pp. 63-76

    BONIFÁCIO, Horácio Manuel Pereira, “Alguns documentos inéditos sobre o arquitecto Manuel da Costa Negreiros”, pp. 81-86

    HATHERLY, Ana, “Homenagem a Jerónimo Baía no terceiro centenário da sua morte”, pp. 89-92

    CASTRO, Ivo, “Contribuição para a bibliografia de Frei Jerónimo Baía”, pp. 93-108

    N.o 2/3  1989

    “Carta da Rainha D. Maria Sophia Elisa a D. Pedro II”, pp. 9-12

    ARRUDA, Luísa d’Orey Capucho, “O retrato de D. João V na portaria de São Vicente de Fora: um retrato barroco azul e branco”, pp. 13-18

    SOBRAL, Luís de Moura, “Os retratos de D. João V e a tradição do retrato de Corte”, pp. 19-34

    BEBIANO, Rui, “Metamorfoses do «Reinado do Ouro»”, pp. 35-40

    GALHARDO, Anabela, “A arte de transmutar ideias. O conceito de saber e verdade no tratado Ennoea”, pp. 41-46

    BELO, Filomena, “Reinado e vida de D. João V. Grande Plano e Plano Geral”, pp. 47-54

    PEREIRA, José Fernandes, “Património”, pp. 55-60 PEREIRA, José Fernandes, “D. João V em Tomar”, pp. 61-66

    CALADO, Margarida, “A Quinta da Conceição de António Cremer – Breve análise”, pp. 67-72

    PEREIRA, José Fernandes, “Ornamento e Geometria”, pp. 73-78

    ANSELMO, Artur, “Perspectiva histórica do século XVIII”, pp. 79-82

    MATIAS, Elze Vonk, “As academias literárias na época joanina”, pp. 83-88

    HATHERLY, Ana, “Galas e galardões num certame poético académico da época joanina”, pp. 89-98

    TEIXEIRA, Madalena Braz, “Olhar sobre o traje joanino”, pp. 99-104

    BRITO, Manuel Carlos de, “A música profana e a ópera no tempo de D. João V. Vários factos e alguns argumentos”, pp. 105-118

    HATHERLY, Ana, “Teatro religioso da época joanina. O Triunfo do Rosário de Sóror Maria do Céu”, pp. 119-134

    NOGUEIRA, Natália Baeta, “A lição da festa na Relação Métrica de Frei Simão de Santa Catarina”, pp. 135-142

    ROCHA, Andrée, “A poesia barroca no tempo de D. João V. Declínio ou persistência?”, pp. 143-148

    HATHERLY, Ana, “Feudo do Parnaso. Um obséquio alegórico à munificência de D. João V”, pp. 149-164

    PEREIRA, José Fernandes, “A morte de D. João V: ascese e espectáculo”, pp. 165-176

    MARQUES, Maria Theresa Abelha Alves, “Uma personagem encontra seus autores”, pp. 177-188

    “Cronologia da vida e reinado de D. João V”, pp. 189-213

    1990 N.o 4/5

    BEBIANO, Rui, “Tempo de Inquirição: Resposta à secção A (1- Repensar as teorias; 1.1- O que mudou desde Wolfflin, D’Ors, Weisbach, etc.; 1.2- A situação em Portugal: há um Barroco português ou um barroco em português?)”, pp. 9-10

    FILHO, Leodegário A. de Azevedo, “Tempo de Inquirição: Resposta à secção A (1- Repensar as teorias; 1.1- O que mudou desde Wolfflin, D’Ors, Weisbach, etc.; 1.2- A situação em Portugal: há um Barroco português ou um barroco em português?”, pp. 11-14

    COUTINHO, Afrânio, “O Barroco e o Maneirismo”, pp. 15-16

    RIBEIRO, Maria Aparecida, “Qual Barroco? Qual Brasil?”, pp. 17-22

    MONTES, José Ares, “Tempo de Inquirição: Resposta às secções A e B (1- Repensar as teorias; 1.1- O que mudou desde Wolfflin, D’Ors, Weisbach, etc.; 1.2- A situação em Portugal: há um Barroco português ou um barroco em português?; 2- Relação entre o Barroco dos séculos XVII/XVIII e o Neobarroco do século XX; 2.1- Limites ou ilimites do Barroco; 2.2- Reinvenção e continuidade – Importância da herança cultural; 2.3- Mundovisão e sensibilidade barrocas)”, pp. 27-28

    DUBOIS, Claude-Gilbert, “Tempo de Inquirição: Resposta às secções A e B (1- Repensar as teorias; 1.1- O que mudou desde Wolfflin, D’Ors, Weisbach, etc.; 1.2- A situação em Portugal: há um Barroco português ou um barroco em português?; 2- Relação entre o Barroco dos séculos XVII/XVIII e o Neobarroco do século XX; 2.1- Limites ou ilimites do Barroco; 2.2- Reinvenção e continuidade – Importância da herança cultural; 2.3- Mundovisão e sensibilidade barrocas)”, pp. 29-32

    PELEGRIN, Benito, “Tempo de Inquirição: Resposta à secção B: 2- Relação entre o Barroco dos séculos XVII/XVIII e o Neobarroco do século XX; 2.1- Limites ou ilimites do Barroco; 2.2- Reinvenção e continuidade – Importância da herança cultural; 2.3- Mundovisão e sensibilidade barrocas)”, pp. 33-38

    COSTA, Carlos Couto Sequeira, “Física Poética”, pp. 39-44 GUIMARÃES, Fernando, “Entre o barroco e o neobarroco”, pp. 45-50

    COUTO, Ana; GALHARDO, Anabela, “Moda Portuguesa (1985/90) e sensibilidade barroca”, pp. 57-62

    CARLOS, Isabel, “O efeito neobarroco”, pp. 63-66

    CASTRO, E. M. de Melo e, “As Fontes, as Nuvens e o Caos. Notas sobre Barroco, Neobarroco e Metabarroco na poesia portuguesa da 2.a metade do século XX”, pp. 71-108

    INFANTES, Víctor, “Poesía sobre poesía: España y Portugal entre nuevos centones gongorinos”, pp. 115-124

    GOMES, Paulo Varela, “O silêncio”, pp. 125-130

    PEREIRA, José Fernandes, “Dispersões sobre o Caos, o Nada, o Mundo Verdadeiro, o Mundo Fantástico e a Vanidade das Glórias do Mundo: o Ar, o Vento, a Sombra, as Cores Aparentes”, pp. 131-135

    1991 N.o 6/7

    MENDES, Margarida Vieira, “Vieira no Cabo de Não. Os descobrimentos no Livro anteprimeiro da História do Futuro”, pp. 9-20

    CIRURGIÃO, António, “A Lusitânia Transformada ou a face não heróica dos descobrimentos”, p. 21-30

    HATHERLY, Ana, “A Écloga Cintra. Uma visão barroca da história trágico- marítima de Camões”, pp. 31-68

    KNOWLTON JR., Edgar C., “The first two editions of Malaca Conquistada as stages in the transformation of Renaissance epic into Baroque epic”, pp. 69-92

    MOURA, Gilberto, “Depois de uma leitura da Malaca Conquistada”, pp. 93-98 RIBEIRO, Maria Aparecida, “Tupis, Surucucus, Maracujas: contribuições

    brasileiras para o barroco”, pp. 99-116

    CAMÂRA, Teresa Bettencourt da, “De Angra ao Brasil (sécs. XVI-XVIII), pp. 117-122

    BELO, Filomena, “Os recolhimentos femininos e a colonização”, pp. 123-136

    CASTRO, E. M. de Melo e, “Descobrir é tecer. Notas sobre algumas consequências dos descobrimentos portugueses na arte dos tecidos”, pp. 137- 150

    ARRUDA, Luísa, “O Palácio de Xabregas. Do legado de Tristão da Cunha às grandes obras do século XVIII”, pp. 151-162

    DUARTE, Eduardo, “Bibliografia de História da Arte dos séculos XVII e XVIII”, pp. 163-203

    Informação adicional

    Autor

    Local de Edição

    Lisboa

    Ano

    1988-1991

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