Descrição
Redigido em castelhano, este ensaio de Agostinho de Campos — filólogo, pedagogo e figura de relevo da cultura portuguesa da primeira metade do século XX — foi publicado sob a égide da Exposição Portuguesa em Sevilha, inserindo-se no contexto da grande Exposição Ibero-Americana de 1929, momento de afirmação cultural e diplomática de Portugal junto do mundo hispânico. O texto aborda a recepção e o eco da obra camoniana em Espanha e nos países sul-americanos de língua espanhola, tema de assinalável interesse para o estudo das relações culturais luso-hispânicas e da projecção universal de Camões. Peça de camoniana de circunstância, mas de inegável valor documental, é de data indeterminada e sem indicação de local de edição autónomo, surgindo a Exposição Portuguesa em Sevilha como entidade editora. Exemplar de interesse para coleccionadores de camoniana e de obras relacionadas com as relações culturais ibéricas.



