Descrição
v. 1. Minho, Trás-os-Montes, Beiras
v. 2. Estremadura, Alentejo, Algarve
2 volumes: ilustrações e fotografias, mapas ; 29 cm. Mantém as sobrecapas. Encadernação inteira de pele e ferros a ouro.
Este trabalho é uma contribuição excepcional para o levantamento da arquitetura popular de Portugal, com grande impacto no meio científico de vários outros países. Um estudo minucioso de um património valioso, mas já em processo de degradação, que continuaria a sofrer danos e abandono até os dias atuais, em grande parte devido à ausência de políticas públicas para a preservação deste riquíssimo património. A obra destaca a importância das relações entre o ser humano e o seu meio social, cultural, económico e geográfico… A pesquisa tem como base o Inquérito à Arquitetura Regional Portuguesa, conduzido entre 1955 e 1960, a partir de uma proposta do arquiteto Francisco Keil do Amaral, datada de 1949. O levantamento foi realizado por seis grupos de trabalho, que contaram com a participação de importantes nomes da arquitetura, como Inácio Peres Fernandes, Dário Vieira, João Simões, Alberto José Pessoa, Francisco da Conceição Silva, Sebastião Formozinho Sanchez, Manuel Mendes Taínha, Rui Mendes de Paula, José Rafael Botelho, Fernando Távora, Rui Pimentel, António Menéres, Octávio Filgueiras, Arnaldo Araújo, Carlos Carvalho Dias, José Huertas Lobo, João José Lobato, Nuno Teotónio Pereira, António Pinto de Freitas, Francisco da Silva Dias, Frederico George, António Azevedo Gomes, Alfredo da Mata Antunes, Artur Pires Martins, Celestino de Castro e Fernando Torres.




