Descrição
Edição do Porto, 1885, sem indicação de editora. O culto de Camões atingiu o seu auge em Portugal durante o último quartel do século XIX, impulsionado pelas celebrações do tricentenário da morte do poeta em 1880, que desencadearam uma vaga de publicações de inspiração camoniana em todo o país. Este poema de Ernesto Pinto d’Almeida insere-se precisamente nesse movimento de fervor patriótico e literário, que encontrou no autor d’Os Lusíadas o símbolo maior da identidade nacional. Exemplar de interesse para quem coleccione camoniana oitocentista ou a poesia portuguesa da segunda metade do século XIX.



