Descrição
Publicação da Cinemateca Portuguesa de 1984 que oferece uma análise aprofundada da trajectória de Jorge Brum do Canto, realizador e crítico de cinema de grande influência na definição do gosto cinematográfico português da segunda metade do século XX. O título evoca precisamente a filosofia estética do retratado — a capacidade de discernimento e o cultivo do bom gosto. José de Matos Cruz, historiador e crítico de cinema de referência, constrói um retrato intelectual que combina a análise das obras cinematográficas com reflexão sobre a crítica de arte e a formação do juízo estético. Obra essencial para compreender o cinema português moderno e a figura de Brum do Canto como mediador cultural entre as vanguardas europeias e a cinefilia portuguesa.



