Descrição
Nuno Bragança (1929-1985) afirmou-se como uma das vozes mais singulares da literatura portuguesa do século XX, especialmente através de uma prosa de forte pendor experimental e de inquietação linguística. Este exemplar de Directa, edição de Lisboa de 1979, corresponde a um período de consolidação da sua obra, quando o autor já havia publicado títulos como A Noite e a Madrugada (1968) e O Hóspede de Job (1971). A sua escrita caracteriza-se pela densidade narrativa e pela exploração dos limites da linguagem, inscrevendo-se numa tradição modernista de questionamento da forma romanesca.




