Descrição
Publicado em 1941, este ensaio de Costa Brochado debruça-se sobre a personalidade e o legado de D. Sebastião, o jovem monarca cujo desaparecimento na batalha de Alcácer-Quibir alimentou séculos de especulação e mito nacional. A obra reflecte a perspectiva do integralismo português, movimento que reabilitou a figura sebástica como símbolo da identidade e grandeza monárquica. Brochado analisa tanto os dados históricos quanto a dimensão mítica que envolveu o rei, contribuindo para compreender como a figura de D. Sebastião funcionou como elemento estruturante do imaginário político português, particularmente durante o século XX. Edição de data indeterminada quanto ao local de publicação.



