Descrição
José Redinha (1905-1983), etnógrafo autodidacta que trabalhou como funcionário colonial em Angola desde os anos 1930, tornou-se conservador do Museu do Dundo da Companhia de Diamantes de Angola (Diamang) em 1942. Entre 1936 e 1946 participou em diversas expedições etnográficas entre as populações lundas e chokwes, recolhendo objectos e informações para o museu. Este álbum etnográfico, com 129 páginas profusamente ilustradas, documenta o fruto dessas expedições e constitui um testemunho invulgar da etnografia angola colonial.




