Descrição
Publicado em Lisboa em 1998, este trabalho documenta a Gare do Oriente poucos anos após a sua inauguração em 1997, período em que a estação se consolidava como símbolo da modernidade portuguesa e da transformação urbanística de Lisboa. Gomes oferece uma perspectiva sensível sobre a arquitectura de Calatrava, explorando como a luz natural moldava os interiores cavernosos e as formas biomórficas do edifício. Constitui um registo importante da percepção artística do projecto numa fase inicial, anterior às transformações subsequentes do espaço. Relevante para estudiosos de arquitectura contemporânea portuguesa e história urbana de Lisboa na transição do século XX.



