Descrição
Carlos Estorninho, investigador atento às relações culturais luso-britânicas, traça neste volume um percurso pela contribuição que estudiosos, tradutores e editores ingleses prestaram à fixação e difusão do cânone camoniano. A obra insere-se numa tradição de estudos comparatistas que, em Portugal, ganhou particular fôlego a partir de meados do século XX, procurando mapear a fortuna crítica de Luís de Camões além-fronteiras. A perspectiva anglófona reveste-se de especial relevância, dado o papel pioneiro de Sir Richard Fanshawe, cuja tradução de Os Lusíadas em 1655 inaugurou a recepção britânica da epopeia. Edição de Lisboa, 1972, sem indicação de editora, constituindo um título de consulta indispensável para quem se dedique à Camoniana ou ao estudo das relações literárias entre Portugal e a Grã-Bretanha.



