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Livros invulgares Política / Diplomacia

Mariotte. O nacionalismo racico do integralismo lusitano. Lisboa: edição do autor, 1917

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1ª e única edição..

75 pp.; 19 cm.

Exemplar com dedicatória e com a lombada um pouco danificada.

Amadeu Cerqueira de Vasconcelos, 1879 ? - Porto, 1952

Foi em Paris que redigiu a maior parte da sua obra de divulgação científica e planfletária contra a Maçonaria. Com o pseudónimo de Mariotte, escreveu Os Meus Cadernos (3 vols., 1913 a 1925), sem dúvida a sua principal obra, em que tratou de modo brilhante grande variedade de temas de cultura e de arte, doutrinários e políticos. No Congresso Internacional de Geografia, em 1952, em Washington, apresentou uma importante tese, por intermédio da Sociedade de Geografia de Lisboa. Era então Frei Amadeu de Nosso Senhor, nome que adoptara ao professar, em 1948 na Ordem Beneditina, em cujo Mosteiro de Singeverga, em Santo Tirso, se recolhera. Em 1912, publicava também A Mentalidade dos Livres - Pensadores Portugueses. Cartas a Um Livre-Pensador.
in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. III, Lisboa, 1994

"A polémica com Mariotte é elucidativa no campo da formação da ideo- logia. Amadeu de Vasconcelos é um antigo republicano, colaborador com Basílio Teles da Voz Pública, convertido em Paris à Action Française , que divulga através de uma publicação periódica da sua inteira autoria. O seu objectivo é análogo ao dos integralistas, formar em Portugal um movimento doutrinário à semelhança daquele; somente, para tal não possui nem capital humano nem capacidade de formular uma ideologia em termos nacionais. Projectando uma Liga de Acção Nacional, introduzindo (em Paris) o ideário maurrasiano a alguns dos fundadores do integralismo, Mariotte denunciará com virulência a tentativa de demarcação destes em relação ao movimento francês."

in: António Costa Pinto, Análise Social, vol.XVIII (72-73-74), 1982 -3.º -4.º -5.º, 1409-1419


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