Maria Helena Mendes Pinto, Biombos Namban, Lisboa, 1988

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Maria Helena Mendes Pinto (1923-2018)

Formou-se inicialmente em enfermagem, tendo posteriormente tirado o Curso de Artes Decorativas da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva, em Lisboa.

Iniciou a sua colaboração com o Museu Nacional de Arte Antiga em 1959, como conservadora adjunta – um título atribuído a especialistas convidados. Após 1975 passa a integrar o quadro do museu, sempre dedicada às colecções de Mobiliário e Artes da Expansão.

Durante mais de 30 anos trabalhou no estudo e organização destas colecções, conferindo-lhes um estatuto de primeira linha, de que até então não usufruíam. Deste labor nasceram as respectivas exposições permanentes e as obras de referência: Os Móveis e o seu Tempo. Mobiliário Português do Museu Nacional de Arte Antiga Séculos XV – XIX (IPPC, 1985) e Biombos Namban (IPPC, 1986).

Maria Helena Mendes Pinto comissariou numerosas exposições em Portugal e no estrangeiro, entre as quais sobressaem, no contexto da XVII Exposição do Conselho da Europa, o núcleo do Mosteiro dos Jerónimos, e no Festival Europália 91, as exposições Via Orientalis e De Goa a Lisboa.

Por iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian, que em 2003 a homenageou, e com o apoio do Estado Português, coordenou a criação de museus na Índia, designadamente em Goa (Rachol) e em Cochim.

Profissional entusiasta e empenhada, partilhou a vasta experiência e saber acumulados com sucessivas gerações.

Envolveu-se directamente na vida associativa, sendo uma das três signatárias (com Maria José de Mendonça e Maria Natália Correia Guedes) da escritura de criação da Comissão Nacional Portuguesa do ICOM, cujos estatutos foram publicados em Diário da República nº 137 III Série, de 17 de Junho de 1975.


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