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Novidades Artes/ História da Arte

José Manuel Fernandes arq., Luís Cristino da Silva: Arquitecto: Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1998

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235 pp. Il.; p.b. e cor, plantas; 31 cm.

Cristino da Silva (1896-1976)

Luís Cristino da Silva era neto do pintor romântico João Ribeiro Cristino da Silva.
Formado em Arquitetura na Escola de Belas-Artes de Lisboa, no ano de 1918, partiu para Roma, onde fez investigação arqueológica, e, em 1920, foi para Paris com uma bolsa para estudar nos ateliers de Léon Azéma e Laloux, mestre do arquiteto Ventura Terra.
Regressou a Lisboa em 1925, apresentando os seus projetos parisienses na Sociedade Nacional de Belas-Artes (SNBA), acolhidos com entusiasmo pela crítica. No mesmo ano, desenhou o Cinema Capitólio, considerado uma referência na arquitetura do modernismo português.
A partir de 1927, colaborou com a Câmara de Lisboa na elaboração de estudos urbanístico. Com o traçado do Liceu de Beja, o autor estabeleceu o marco no funcionalismo conceptual da arquitetura nacional dos anos 30, embora sem consequências relevantes nas produções de edifícios similares.
A partir de 1932, sob ação de Duarte Pacheco, então Ministro das Obras Públicas, Cristino da Silva abraçou projetos de grande envergadura, tais como a conceção da Praça do Areeiro (1938-1949), do Pavilhão de Honra e de Lisboa da Exposição do Mundo Português (1940), o traçado da Avenida António Augusto de Aguiar (1943), e os projetos do Palácio do Ultramar e da Zona Marginal de Belém (1953-1961 - ambos não realizados).
Reconhecido como figura basilar na evolução do modernismo para a definição de um formulário oficial dos anos 40-50, foi condecorado com a Medalha de Honra da SNBA (1943), os prémios Valmor e Municipal (1944), bem como o Prémio Nacional de Arte do Secretariado Nacional de Informação, em 1961.


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