Garcia Mendes Castelo Branco, Viagens e explorações e conquistas dos portugueses, 1574-1620, da Mina ao Cabo Negro, Imprensa Nacional, Lisboa, 1881

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"Garcia Mendes Castelo Branco foi um dos fidalgos aventureiros que acompanharam Paulo Dias de Novaes, o célebre conquistador de Algola, na sua segunda e numerosa expedição de 1574-1575.

oito são geralmente citados: Luiz Serrão, António Ferreira Pereira, Pedro da Fonseca, prente de Novaes, António Lopes Peixoto, seu sobrinho, Garcia Mendes Castelo Branco, Manuel João, João Castanho Velez, Jácome da Cunha. As campanhas asperrimas da África austral não tiveram, como as da Índia, os esplendores da glorificação histórica.

O nome de Garcia Mendes, como o de Baltazar Rebelo, como o de tantos outros, perdeu-se na ingrata obscuridade dos arquivos.

Aí encontraremos, talvez, um dia o registo dos seus serviços.

Por agora, casualmente encontrados, temos sobre os documentos seguintes, que, desenhando com sofrível nitidez um espírito sagaz e organizador e o carácter ambicioso e insinuante, são por todos os títulos extremamente curiosos.

Ele foi explorador, capitão, juiz, e provavelmente mercador.

Fez guerra em terra, e andou no mar explorando costa e os resgates.

Em 1620 achava-se em Madrid advogando o seu original plano do aforamento dos Sobas, por trás do qual parece adivinhar-se a política cobiçosa dos jesuítas do tempo, se é que Garcia Mendes não procurava apenas captar a boa vontade da poderosa Companhia que ele sabia quanto valia e representava, então, na administração ultramarina."


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