Bruno Peixe Dias e José Neves, A política dos muitos, Povo, classes e multidão, Tinta da China, Lisboa, 2010

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Durante a época contemporânea, o povo foi protagonista das grandes narrativas políticas. Liberais, conservadores ou socialistas, todos falaram em nome do povo, fazendo deste um sujeito colectivo fulcral quer na história dos modernos nacionalismos europeus quer na história das lutas anticoloniais. Os textos reunidos neste livro debatem a questão do sujeito colectivo de acção política. Ao longo destas páginas, são continuados, recuperados ou reinventados os conceitos de plebe, de multidão, de povo, de massas e de classe, entre outros, regressando a um debate tanto mais pertinente quanto a incerteza parece tomar conta dos dias políticos que se anunciam.
Os grandes pensadores contemporâneos reflectem sobre a centralidade do papel do povo, enquanto entidade colectiva, nas sociedades e na história.

Textos de: Álvaro Garcia Linera, Antonio Negri, C.L.R. James, Dipesh Chakrabarty, Eric Hobsbawm, Ernesto Laclau, Étienne Balibar, Giorgio Agamben, Ian Hacking, Immanuel Wallerstein, Jacques Rancière, Jean-Luc Nancy, Martin Breaugh, Michel Foucault, Mike Davis, Paolo Virno, Peter Linebaugh, Marcus Rediker, Pierre Bourdieu, Raymond Huard, Sandro Mezzadra, Slavoj Žižek.


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